A batalha de "eus" descrita aqui é desgastante mas verdadeira demais pra negar.
Homicidas Médicos
Um pouco mais de caos, um pouco mais de amor, Menos maldade, menos dor, pensa, pensador, De onde vim, por onde vou.
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Pensamento
A batalha de "eus" descrita aqui é desgastante mas verdadeira demais pra negar.
Conteúdo da publicação
Um pouco mais de caos, um pouco mais de amor,
Menos maldade, menos dor, pensa, pensador,
De onde vim, por onde vou.
Se viver fosse poético, levariam mais a sério?
E se envenenar fosse remédio, homicidas seriam médicos?
Eu sinceramente não sei qual seria o mérito.
Viver é um dom, mas pesa igual maldição, em certos momentos.
Tenho pensado muito nisso, tanto parado quanto em movimento,
Sóbrio, alterado ou em sonhos, não sei mensurar o tamanho.
Essa batalha de "EUS", eu versus eu versus outro eu, tu entendeu?
Eu quase sempre perco e, dessas, eu lembro; das poucas vitórias, esqueço.
Olhe nos meus olhos, me diga o que você vê: um perdedor ganhador? Ou um ganhador perdedor?
Às vezes ganho quando perco,
Paz, te tenho e não tenho, e assim almejo.
Cadê o amor? Minha fonte dos desejos?
Preciso de você para escrever.
É mais lindo com você.
Por você e para você. Amar é lindo, sente e vê?
Thoughts
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PermalinkA batalha de "eus" descrita aqui é desgastante mas verdadeira demais pra negar.
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PermalinkDá a impressão de que você tá falando de duas pessoas que vivem na mesma pessoa e nunca vão se entender.
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PermalinkPerder quando ganha é de assustar! Mas também é onde tudo faz sentido, né? 💜
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PermalinkO que ficou comigo foi aquela pergunta no fim. Um ganhador perdedor mesmo.
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PermalinkEsse eu contra eu contra outro eu é tudo que eu sentia mas não conseguia escrever. Você colocou em palavras.
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PermalinkO momento onde você pergunta se é um perdedor ganhador me fez pensar em como a gente adora categorizar quando ninguém tá aí pra categoria. Aposto que quem leu isso se reconheceu na pergunta, e é aí que você acerta. O lance de amar e precisar do outro pra escrever muda tudo.
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PermalinkAquela parte sobre perder nas batalhas de "eus" é boa demais. Dói de um jeito que presta.
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Biografia Tenho 43 anos, nasci e cresci na cidade de Embu das Artes, formei-me em História e, atualmente, sou professor de leitura. A literatura é uma das tantas peças do meu ser público tanto quanto é parte dos meus ritos privados. Acho que o mundo gira porque gostamos de uma boa história. Eu gosto, e quis ver como é a outra ponta do livro. Espero que a minha história seja boa. Ela é sombria, de terror, irônica, necessária e visceral.