Betim, 1996, e o soneto ainda guarda o susto do beijo roubado e o riso dela debochando. Me fez pensar em como um poema com data vira quase uma fotografia: a gente lê hoje e sabe exatamente o dia.
Aposto que essa gaiata sabe que virou soneto. Que bom ter os sonetos de 1996 chegando aqui, um por um.