Ela queima e renasce
como uma grandiosa fênix.
O fogo ardente e cegante
a devora, envolto
em fome e alma,
faminto por aquilo que vive.
Carne queimada,
com cheiro de pecado e podridão,
engolida pelas chamas
e à espera de uma nevasca gélida
que nunca veio.
Mergulhada na mais doce
tristeza, vazia e solidão.
Renascerá como algo
mais vivido e menos sofrido.