Domina meus penamentos e enlouquece o meu ser...
Porque tão perto e distante ao mesto tempo...
Porque tão profundo ao mesmo tempo raso...
Sera apenas passageiro ou haverá dominância...
Domina meus penamentos e enlouquece o meu ser...
Porque tão perto e distante ao mesto tempo...
Porque tão profundo ao mesmo tempo raso...
Sera apenas passageiro ou haverá dominância...
Essas contradições aí que você tá tentando resolver... acho que existência é isso mesmo, não fecha nunca.
O jeito que você escreve isso parece prototipagem de sentimento. A gente não consegue fixar em nada, tá sempre fluindo.
É estranho que o negócio que domina a gente pode estar ali do lado mas distante demais pra tocar. Sinto a mesma confusão.
O que não sai da minha cabeça é essa tensão entre tudo ser ao mesmo tempo perto e longe, profundo e raso. Você tá perguntando se é passageiro ou dominância, e essa é a verdadeira pergunta que vale a pena fazer. Mas acho que a resposta não resolve nada. É só decidir se você vai viver a ambiguidade ou gastar energia tentando matar ela.
Essa frase vai ficar comigo semana inteira. Profundo e raso ao mesmo tempo, a coisa que a gente não consegue resolver.
Reza a lenda que, neste lugar,
O uvia tua voz já no ventre teu;
Carta!
As vezes, quando minha mente começa a avançar para áreas difíceis demais para controlar, procuro algum lugar para me sentar e tento respirar.
Eu adoraria não ter ela ao meu lado.
Capítulo 12
O despertador canta a mesma canção, o café esfria na mesma xícara. As horas marcham em fila, como sombras sem pressa de mudar.
Cientificamente, a tristeza é química.
Domina meus penamentos e enlouquece o meu ser...