Quero escolas da alma
Lá eles vão entender nossas criptografias
Diante dessas viradas e revoluções
Sao tempos líquidos
E eu so sei falar por símbolos
E através do meu pessimismo
Eu me ofereço de evidência
Eu subo no altar
E desisto da clarividência
Não há providência para nossas doenças
O mundo e a mente se desfiam na violência
Entao eu aceito minha impotência diante da sociedade
Me exilo em bolhas, na fumaça das máquinas
Pois homem nenhum é mais fragmentado que eu
Estou doente pela cegueira e pela indiferença
Então eu salvo minha intimidade de suas vidas frustradas