Poetinha, venha e me ensine sobre o amor
Leve para longe a angústia e dor
Me ensine sobre o amor
A velocidade dos carros, os campos sangrados
Os acidentes na metrópole, a solidão de simmel
O vinho, o cálice, o sagrado
O corpo possuído, a alma vendida
O Deus no corpo, estendido entre a gente
O nascer de sol, a colisão constante
Os setes, os dozes
É o infinito todo dia
Por isso, que seja eterno enquanto dure
Mas que todo infinito seja um dia