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Místicos e símbolos

AntonioChaves

Conteúdo da publicação

Poetinha, venha e me ensine sobre o amor

Leve para longe a angústia e dor

Me ensine sobre o amor

A velocidade dos carros, os campos sangrados

Os acidentes na metrópole, a solidão de simmel

O vinho, o cálice, o sagrado

O corpo possuído, a alma vendida

O Deus no corpo, estendido entre a gente

O nascer de sol, a colisão constante

Os setes, os dozes

É o infinito todo dia

Por isso, que seja eterno enquanto dure

Mas que todo infinito seja um dia

Thoughts

  • versoAlheio

    Os setes e os dozes passaram por cima de mim, mas o Deus deitado entre duas pessoas eu entendi na hora.

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Poetinha, venha e me ensine sobre o amor

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