Em uma colina, eu via uma árvore. Ela balançava forte. Olha como ela era livre, mesmo parada, forte e submersa em galhos que a mantinham em pé. E eu estou submerso em correntes, esperando cortarem minha cabeça e, mesmo assim, vendo essa linda árvore que eu vejo e percebo que é tão linda que eu só queria sentar sobre ela e contar quantas folhas vão cair. Porém, estou caindo em desespero. Ouço sinos o tempo inteiro que indicam que os meus companheiros de lamentação irão perecer. Eu já contei dois. Pela conta, eu serei o próximo e, quando eu for o próximo, dedicarei a minha vida para essa árvore que nunca caiu, nem nos dias de inverno e nem nos dias de verão, e vou pedir para Deus para eu reencarnar como uma linda árvore.