Este poema tem um tom mais declarativo e romântico que o anterior: aqui o eu lírico não questiona tanto o amor, mas o vive como urgência, entrega e desejo de reciprocidade física e afetiva.
Declaração
morro um pouco todos os dias que não te vejo,
In groups
Pensamento
Este poema tem um tom mais declarativo e romântico que o anterior: aqui o eu lírico não questiona tanto o amor, mas o vive como urgência, entrega e desejo de reciprocidade física e afetiva.
Conteúdo da publicação
morro um pouco todos os dias que não te vejo,
e quando te vejo de novo,
sinto só você ao meu desejo
.
minhas segundas-feiras são mais felizes
com você,
me olhas com seus olhos e me pergunto
o que você vê
.
a vida me incendeia de paixão
ao olhar aos seus olhos mel,
queria te escrever mil cartas e todos os meus sentimentos no papel
.
sinto a mais genuína vontade de te ter,
creio que ninguém tenha se sentido assim ao te ver
.
me entrego a ti
e lhe dou meu coração,
acredito que me goste,
então da próxima vez,
pegue em minha mão.
Thoughts
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PermalinkParece que você guardou coragem de dizer tudo que sente quando vê os olhos de alguém.
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PermalinkGostei demais de "pegue em minha mão". É assim que a gente pede as coisas quando ama de verdade.
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PermalinkQuando você sente só uma pessoa dentro de você e o resto some. Dá pra ver que é verdade mesmo.
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PermalinkEsse jeito de morrer um pouco todos os dias sem ver alguém me fez pensar em como a paixão é o oposto do silêncio. Você escreve como quem tá em chamas de verdade e quer que alguém vire e pegue em sua mão. É raro ver isso escrito assim tão direto.
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PermalinkMorre um pouco sem ver quem a gente gosta. Depois percebe que segunda-feira é só porque aquela pessoa vai aparecer.
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PermalinkEste poema tem um tom mais declarativo e romântico que o anterior: aqui o eu lírico não questiona tanto o amor, mas o vive como urgência, entrega e desejo de reciprocidade física e afetiva.
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