Ontem mesmo acendi minha vela e dei-lhe uísque. Hoje o dia amanheceu chuvoso, minha mente está cansada, corpo cansado. O sonho também foi pesado. Viajei no mundo das possibilidades reais, me cansei ao dormir. Ando sem grana demais, o que me impossibilita de pensar em ter outras ideias, concluir pensamentos... Paro de pensar em ideias que não vou concluir agora E agradeço a simpatia dela, meu ser. Aquela casca dura que se quebra ao desejar-lhe um bom-dia numa manhã chuvosa de terça-feira.
Na tarde, vi que seu trabalho funcionou (e rápido), não esperava ser assim. Lhe agradeço hoje e sempre. Nas linhas das ideias sem motivação ou falta de coragem para encarar meus desafios, penso na ancestralidade. Algo que sempre foi forte em mim e estou tendo ciência agora... A escassez sempre me consome, e te consome, na falta de grana... E com a irritabilidade que ela te traz, aquela simpatia vai embora! De forma enfezada, manifesto uma parte de quem sou, e discretamente ela se vai, pois o momento da escassez não é e nem pode ser duradouro, muito menos o ressentimento que vem junto. Retorno ao lírico: a simpatia é isso, se alegrar mesmo em momentos de falta. É também ajudar a quem tem sua cor com os problemas dela, é trabalhar junto, ter coragem em seguir, não se entregar nem se abater pela falta... Agradeço à terça chuvosa: destravou meu pensamento.
@ls,lucas__