A casa aprendeu a ficar em silêncio
Uma cadeira sobra em todos os cômodos
Sobram copos pela metade, noites inteiras
Ênfase demais no que não é dito
Na parede, espaço de um retrato invisível
Coisas funcionam, afetos não
Imóvel, o ar sustenta o que falta
Ausência: o único morador constante