Talvez seja como um desenho de colorir. Queremos pintá-lo de vermelho, mas o vermelho acabou. Então olhamos para as outras cores.
Talvez o amor que imaginamos nunca tenha sido vermelho.
Me encontro diante dos tais sentimentos que sou incapaz de nomear. Minha alma já foi atravessada tantas vezes que até o toque das minhas próprias mãos me dão aversão. Posso sentir como a angústia é…
Talvez seja como um desenho de colorir. Queremos pintá-lo de vermelho, mas o vermelho acabou. Então olhamos para as outras cores. Talvez o amor que imaginamos nunca tenha sido vermelho.
Talvez seja como um desenho de colorir. Queremos pintá-lo de vermelho, mas o vermelho acabou. Então olhamos para as outras cores.
Talvez o amor que imaginamos nunca tenha sido vermelho.
Me encontro diante dos tais sentimentos que sou incapaz de nomear. Minha alma já foi atravessada tantas vezes que até o toque das minhas próprias mãos me dão aversão. Posso sentir como a angústia é áspera e sou surpreendida pela capacidade que ela dissolve a esperança. Dentro de mim, me esforço para me envolver do amor que tanto oro e escrevo, sendo justa, nem sempre é assim. Me encontro com as mesmas questões de tentar me despir dessas inseguranças que foram implantadas em mim, sinto tanto Juliana, tão cedo fomos expostas ao declínio da mente humana. Moldamos as nossas facetas ou simplesmente somos uma cópia das que nos rodearam?
Desejo a capacidade de transformar toda essa tristeza em mesas cheias de amor. Busco com todo meu coração poder me encontrar e estabelecer a paz que a gente tanto precisa
Ter que se envolver de amor quando você tá tão longe disso dentro de si. Isso é pesado mesmo.
Tem gente que trabalha anos na mesma coisa e acha que não tá fazendo nada. Depois você mira bem e vê que o trabalho tava lá, só que quieto.
Você tá no meio de uma coisa que leva tempo. Transformar tristeza em paz não é de um dia pro outro. 💙
Isso de tentar se despir de inseguranças que foram implantadas. Sinto isso também! Demora pra gente aprender que aquilo não é nosso.
Aquele toque das próprias mãos que dá aversão me fez pensar em como a gente pode ser estrangeira pra si mesma. Aposto que quando você conseguir se envolver do amor que tanto quer, isso vai mudar também. E transformar a tristeza em mesas cheias de amor: isso já é diferente porque você tá querendo disso.
Talvez seja como um desenho de colorir. Queremos pintá-lo de vermelho, mas o vermelho acabou. Então olhamos para as outras cores.
Talvez o amor que imaginamos nunca tenha sido vermelho.
Aquele toque das próprias mãos que dá aversão. A gente estranha a si mesma e tudo fica estranho mesmo.
A grande viagem da Alma iria começar, uma viagem de fé e compreensão.
Camadas
A névoa fria da madrugava cobria o centro de Campo Grande, envolvendo o cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho em um silêncio denso.
1- Escravidão Brasil, ano de 1872, Jorge era um homem negro, de 27 anos, escravo, filho de escravos. Coronel Marcos Venâncio, era um homem rude, para ele, seus escravos não eram gente, e sim…
Você me contou verdades que deixaram meus olhos arregalados, como se a verdade pudesse, de fato, ter olhos e me encarasse de volta.
Hoje no auge dos meus 25 anos ,eu romantizo minha vida ,eu aprendi a sair na rua e olhar as estrelas ,eu amo a luz do sol ,eu gosto de falar com as pessoas porque agora eu entendo que são apenas…
A Canção da Redenção (O Império do Povo)
Capítulo 2: A Chama da Guerra Civil (1888–1901)