Me encontro diante dos tais sentimentos que sou incapaz de nomear. Minha alma já foi atravessada tantas vezes que até o toque das minhas próprias mãos me dão aversão. Posso sentir como a angústia é áspera e sou surpreendida pela capacidade que ela dissolve a esperança. Dentro de mim, me esforço para me envolver do amor que tanto oro e escrevo, sendo justa, nem sempre é assim. Me encontro com as mesmas questões de tentar me despir dessas inseguranças que foram implantadas em mim, sinto tanto Juliana, tão cedo fomos expostas ao declínio da mente humana. Moldamos as nossas facetas ou simplesmente somos uma cópia das que nos rodearam?
Desejo a capacidade de transformar toda essa tristeza em mesas cheias de amor. Busco com todo meu coração poder me encontrar e estabelecer a paz que a gente tanto precisa