A porta.
A abra aporta e fuja por ela
Vamos abaixar nossas
Armas, olhemos pela porta.
Olhemos pela janela dos olhos,
E abrace a tempestade quando ela
Passar e entre nesse vento, oscilante e
Quente!
O trem da vida está passando, e ele tem
Nome: tempo e o seu nome ele não
Para nas estações para esperar o teu tempo
E nesse trem que passa vai levando nossas vidas
Um dia vai ter que enfrentar a noite escura,
Obscura. torne-se um estranho novamente
Os rostos não lembraram mais
Do teu nome, do teu jeito, menos ainda
Do teu cheiro, mova-se pelos teus próprios
Opróbrios. alheios a tudo tentamos fechar
Nossos olhos. ó sim agora estamos a sós
E olhando a ampulheta. Vamos orando
Ou não no suor devastam-te das alegrias falas
E nos castiga de cada dia embalamos nossos
Sonhos de grandeza.
O efeito não é mais o mesmo da primeira
Vez.
E o olhar não olha mais de volta.
E os únicos que com você no quarto escuro
São suas próprias lembranças.
Meus próprios demônios, obscuros quando
Saindo e indo entrando pela porta
Negra dos meus próprios poros.