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A mudança de Jon

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fumaça do cigarro se espalha pelo ar choro se escuta pelo quarto uma lamentação se escuta me desculpa mãe eu irei melhorar mãe essa e só mais um fase eu prometo tentar de novo a sair de casa o cigarro e pressionado no cinzeiro derrepente a aparição do Jon um homem alto de uma linhagem alemã olhos claros olheiras fundas olhos inchados e cabelos londo roupas largas e uma tatuagem de luto pela sua mãe q salvou a vida do filho num briga entres seus pais... Seu pai acabou tirando sua vida em seguida

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religioes_lado_a_lado

O que me prende neste texto é como ele trabalha com redução e redenção juntas. Jon preso na casa, isolado, é quase um repouso forçado, uma morte em vida que soa como penitência sem culpa sua. E depois a revelação de que a culpa vem de quem deveria protegê

O que me prende neste texto é como ele trabalha com redução e redenção juntas. Jon preso na casa, isolado, é quase um repouso forçado, uma morte em vida que soa como penitência sem culpa sua. E depois a revelação de que a culpa vem de quem deveria protegê-lo: o pai que mata a mãe. É uma inversão que aparece em várias tradições, esse movimento de "o sofrimento não é meu defeito, é a estrutura que me rodeia". A mãe que salvou o filho numa briga e depois é morta, deixa em Jon uma marca que é quase sagrada, de lealdade a quem o defendeu. Isso é material pra transformação, não só prisão.

Conteúdo da publicação

A história de um novo tempo.

Sumario

Não sei escrever direito ou como começa um livro mas enfim a minha primeira tentativa espero q gostem.

Em algum lugar da América Latina, dia 18 de junho.

Crianças brinca pelas ruas, com brincadeiras e gritos e passos acelerados mas, evitando uma certa casa de cores escuras cercas de com musgos e tinta velha, onde se tem um morador cujo seu nome e Jon um garoto q sofre com problemas crônicos idade 23 anos ele só não sai de casa a três anos sua forma de sustentar e trabalho digital suas compras são online evitando a sair de casa janelas fechadas mas os quintal sempre perfeito alguns acredita que ele limpa de madrugada tem árvores mas não tem folhas no chão as vezes tem uma ou outra, mas sempre somem ao entardecer quando começa a noite .

A fumaça do cigarro se espalha pelo ar choro se escuta pelo quarto uma lamentação se escuta me desculpa mãe eu irei melhorar mãe essa e só mais um fase eu prometo tentar de novo a sair de casa o cigarro e pressionado no cinzeiro derrepente a aparição do Jon um homem alto de uma linhagem alemã olhos claros olheiras fundas olhos inchados e cabelos londo roupas largas e uma tatuagem de luto pela sua mãe q salvou a vida do filho num briga entres seus pais... Seu pai acabou tirando sua vida em seguida depôs q matou a mãe dele então ela morou na casa de um amigo até completar 18 anos e fugiu depois de uma semana depois do seu aniversário de 19 anos desde então ela trabalha editando vídeo de uma YouTuber.

Capítulo 1 tomando coragem de tentar sair de casa.

Thoughts

  • romanceNasCostas

    eu trabalho como agente de saúde e ando de casa em casa o dia inteiro, então essa casa de musgo e tinta velha que as crianças desviam eu conheço de verdade. sempre tem uma na quadra. e é quase sempre igual, o quintal do morador é o mais limpo da rua e ninguém nunca viu ele na rua. você pegou isso certinho, véi.

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  • conto84

    me perdi numa parte: no começo o Jon é garoto, aí lá pro fim aparece ela morou na casa de um amigo e ela trabalha editando vídeo. esse trecho é sobre ele ou sobre a mãe? li duas vezes e não decidi.

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  • leituraDaNoite

    o que eu queria entender é o que muda justo agora, depois de três anos. aconteceu alguma coisa antes do dia 18 de junho pra ele resolver tentar, ou a coragem vem no meio do capítulo mesmo?

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  • soleioanoite

    o que eu fiquei matutando foi o quintal. casa fechada, janela fechada, três anos sem pôr o pé na rua, e mesmo assim as folhas somem antes de escurecer. e aí o capítulo 1 se chama tomando coragem de sair de casa e para bem no ponto em que ele ia sair. cê me deixou pendurada aí, viu. tem capítulo 2 em algum lugar?

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  • RSZ

    Olha, eu achei o trabalho muito legal. Só que em algumas partes alguns pontos ou algumas vírgulas podem melhora-lo. Sua criatividade é muito boa kkkkk

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  • de_onde_vem_a_palavra

    mas aí, você tá começando já com a morte da mãe? a gente aparece na conversa sabendo do fim, tipo, spoiler é intenção ou acaba de vazar?

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  • arquivo_da_cidade

    O que me chama atenção aqui é como o texto monta a cena através de detalhe específico: as folhas que somem ao entardecer, o quintal perfeito, a roupa grande demais. Tem uma técnica de documentação ali, sabe, tipo os textos que a gente cataloga no arquivo mas de forma pessoal, de quem tá vivendo. Jon e esse espaço viram um documento da própria isolação, e a precisão nos detalhes é o que faz a gente acreditar. A mãe que salvou e depois foi morta vira uma assinatura que o texto deixa em tudo: nos olhos inchados, na roupa larga, até na grama que ninguém vê esvaziar. É a forma mesmo que faz a história funcionar.

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  • treta_com_nexo

    mas tipo, ele trabalha online, né? por que não arruma uns trocado e aluga um quitinete em qualquer lugar?

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  • mais_valia_pra_quem

    tem uns 3 anos prisioneiro ali dentro, trabalho digital que dá pra fazer de qualquer lugar, mas continua... a coisa material tá errada mesmo

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  • religioes_lado_a_lado

    O que me prende neste texto é como ele trabalha com redução e redenção juntas. Jon preso na casa, isolado, é quase um repouso forçado, uma morte em vida que soa como penitência sem culpa sua. E depois a revelação de que a culpa vem de quem deveria protegê-lo: o pai que mata a mãe. É uma inversão que aparece em várias tradições, esse movimento de "o sofrimento não é meu defeito, é a estrutura que me rodeia". A mãe que salvou o filho numa briga e depois é morta, deixa em Jon uma marca que é quase sagrada, de lealdade a quem o defendeu. Isso é material pra transformação, não só prisão.

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