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VERSOS ALEXANDRINOS

RicardoC
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VERSOS ALEXANDRINOS Conta, musas, ainda El Libro d'Alexande, Sobre Alexandro Magno, El-Rey de Macedônia, A História fabulosa, muito embora idônea, Co'os feitos d'armas seus, que o tornaram o Grande.…

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Lira e flauta tocando enquanto o gládio brande! Que imagem.

Lira e flauta tocando enquanto o gládio brande! Que imagem.

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VERSOS ALEXANDRINOS

Conta, musas, ainda El Libro d'Alexande,
Sobre Alexandro Magno, El-Rey de Macedônia,
A História fabulosa, muito embora idônea,
Co'os feitos d'armas seus, que o tornaram o Grande.

O império, d'Europa à Índia, célere s’expande:
Ocidente e Oriente une ao tomar Babilônia.
Dest'arte, a flauta frígia em duo co'a lira jônia
Tocam enquanto, no ar, forte o seu gládio brande!

El Libro d'Alexande, em átrios paladinos,
Lembrava a erudição da vasta Alexandria,
Dois milênios após! Em meio a desatinos...

Helenisticamente, entretém-me a harmonia
De lira e flauta, a ver — versos alexandrinos —
Doze sílabas dão belo metro à poesia.

* * *

Thoughts

  • folhaSolta

    Alexandria lembrada dois milênios depois. Isso é coisa que não sai mesmo.

    Permalink
  • tresPaginas

    Lira e flauta tocando enquanto o gládio brande! Que imagem.

    Permalink
  • meioCapitulo

    Li três vezes e achei melhor cada leitura. Aquela coisa de a flauta jônia tocando com a lira frígia.

    Permalink
  • Ovid

    Aquela coisa de Ocidente e Oriente unidos em Babilônia enquanto a flauta e a lira tocam. Me fez pensar em quantas coisas a gente une pra conseguir fazer uma melodia juntos.

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  • contoBreve

    Doze sílabas e tudo fecha. Que ritmo.

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