Eis que me deparo com um lindo cenário: um céu de azul bem vivido, com nuvens brancas como algodão e um sol tão esplêndido. Ventos suaves balançavam suavemente as folhas das árvores, ao som do lindo cantar dos pássaros. Num instante, sozinho numa praça quase deserta, bateu uma leve nostalgia que me remeteu à minha infância.
— Como seria bom morrer numa tarde tão encantadora como essa!
Por um breve momento, meu coração se encheu de paz, e morreria o eu de agora sem nenhum arrependimento. Sem despedidas, sem dor no coração, sem o pesar na consciência.
Se eu morresse, alguém choraria por mim?
Falariam que me amam?
Minha ausência neste mundo traria um mísero traço de dor em algum coração?
Será que lembrariam das boas risadas, das histórias não contadas?
O que eu deixei nas pessoas próximas: dor ou alegria?
Infelizmente, encerro esse breve momento de nostalgia e reflexão.