Em meu sangue corre a dúvida, bombardeando a incerteza do agora e trazendo de volta o peso do viver.
O medo do silêncio trás o conflito, magoa o que é gentil e sufoca a verdadeira essência. Uma porta que fica aberta qualquer um consegue entrar, porém sem pertencer.
Uma dor por repetições, correntes que prezam o significado, lubrificada com as águas de seu lamento.
A resposta está diante o sofrimento, veja com os olhos de quem o ama e verá que apesar da tempestade, um sol está previsto em seu viver.