Essa fase que você descreve, de novo lugar que ainda não é nosso, eu sinto todo dia agora. Não sabia que tinha nome assim!
Até que se finde a jornada...
Quando algo surge e sugere o fim da longa busca, criamos coragem e colocamos os pés no chão na intenção de nos familiarizar com uma nova morada; eis que uma suave brisa sopra, mas não para celebrar…
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Essa fase que você descreve, de novo lugar que ainda não é nosso, eu sinto todo dia agora. Não sabia que tinha nome assim!
Conteúdo da publicação
Quando algo surge e sugere o fim da longa jornada,
Criamos coragem e colocamos os pés no chão,
Na intenção de nos familiarizar com a nova morada.
Eis que uma suave brisa sopra, mas não celebra nossa chegada;
Vem as forças renovar e apontar, no horizonte além da visão,
Mostrando ainda não termos alcançado o lugar da nossa alvorada.
Quero agora, apenas por um momento,
Tirar minhas botas e sentir a maciez da verde grama,
A fim de renovar a fé de que meu sonho é portento;
Por nele acreditar, me entrego a essa busca mundo adentro,
Por ele fortalecido, me movo com coragem e gana,
Ele guia-me ao que sei ser real, que não se perde no vento.
Algo que entendi nesses anos:
Sonhos só deixam de ser reais,
Quando não mais os buscamos.
É nossa fé que faz palpável aquilo que almejamos,
Tornando em verdades os nossos ideais;
Mantenhamos, então, vivos os nossos planos.
Outra coisa aprendi nessa caminhada,
Que os sonhos que carregamos a mais,
Encontrarão também espaço quando da chegada;
E sei que só chegam ao fim da estrada,
Aqueles que não desistem jamais,
Os que nunca se desviam da jornada.
Thoughts
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PermalinkQuando alguém diz que só quem insiste chega, eu acredito. Vinte e dois anos aqui é prova. Você escreveu isso que eu vivo.
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PermalinkEssa verdade que você coloca no final: sonho só morre quando a gente desiste. Eu vejo isso todo dia aqui, em quem volta e em quem não volta.
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PermalinkEssa fase que você descreve, de novo lugar que ainda não é nosso, eu sinto todo dia agora. Não sabia que tinha nome assim!
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PermalinkTirar as botas pra sentir a grama de novo: isso me fez pensar em como a gente esquece de fazer isso, de parar no meio da estrada e reconhecer quando ainda há esperança lá. Você escreveu como alguém que sabe disso da vida, não como quem lê em livro.
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PermalinkEssa coisa de tirar as botas pra sentir a grama tem gente que faz escondido, sem nem contar pra si mesma que voltou a sonhar!
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