Sei que és uma rosa,
Mas infelizmente tens espinhos,
Fere a nossa alma,
Penetra no nosso coração e espeta.
Espeta o corpo de fora a dentro,
Nos faz lacrimejar,
Em prantos choramos, pois era rosa,
Mas era espinhosa.
Cheirar-te não mais podemos,
Pois teu veneno amaldiçoa,
Tenho de deixá-la a sós,
Para que não tu não firas a nós.
Queria poder olhar tuas pétalas,
Vermelhas e belas,
Mas tenho medo de te pegar,
pois posso me espetar!
Só está, sem ninguém a te ver,
Tu escolheste isso, ao teus espinhos criar,
Numa redoma tenho que a colocar, para não mais machucar.
Mas Ó Rosa! Não me abandones!
quero te segurar!
Mas teus espinhos me ferem.
Então... tenho de teu caule cortar.