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Rock City - Parte 5

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Sarajevo estava lotado. Faltava menos de uma hora para o início do show, mas Mari havia desaparecido.

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ANAPORONHAK

conto curto,,escreve bem falta mais algo poderia melhora,,,sobre historia ainda to me dedicando historia ,,pq preciso aspira,,,se não aspira não sai,,meu livro que fala minha as aventuras,, depois livro dos anjos e purgatorio ,mas ainda não sei como fala

conto curto,,escreve bem falta mais algo poderia melhora,,,sobre historia ainda to me dedicando historia ,,pq preciso aspira,,,se não aspira não sai,,meu livro que fala minha as aventuras,, depois livro dos anjos e purgatorio ,mas ainda não sei como fala ,,,

Conteúdo da publicação

Sarajevo — Menos de uma hora para o show

Sarajevo estava lotado. Faltava menos de uma hora para o início do show, mas Mari havia desaparecido.

— Onde está a Mari? Ela sumiu — disse Lucas.

— Sinceramente, cara, não sei o que fazer. Sem ela na guitarra e no vocal, falta pouco pra começar.

— Sim, eu entendo... O Marcos nos deu um tempo, e a Mari sumiu.

Lucas ligou para Mari pela décima vez. Nada.

Gojo pensava, mas não encontrava uma saída. Durante semanas, os dois haviam ensaiado na casa dele. Agora, com o show prestes a começar, tudo parecia desmoronar.

Lucas estava desesperado. Gojo sentia o estômago embrulhar.

A apresentação deles dependia do show seguinte. Não receberiam nada por aquilo; estavam ali para ajudar um amigo, dono da Sarajevo.

Gojo e Lucas se olharam. Nenhum dos dois sabia o que fazer.

Então, Gojo pegou o celular e ligou para alguém. Olhou para Lucas, que estava com uma expressão de desespero e dor.

— Vou ligar. Talvez eu tenha uma solução... Mas, assim...

— Diga logo, porra!

— Vamos no improviso.

Gojo esperou a ligação ser atendida, mantendo o celular junto ao rosto.

— Como assim, cara?

— Sei que você não gosta de nada em cima da hora, mas agora é rock'n'roll...

— Então faça, caralho!

Rua Alves Guimarães — Pinheiros, 23h15

Perto da estação Clínicas, duas adolescentes bebiam e fumavam algo de procedência duvidosa nas escadarias da Rua Alves Guimarães, no bairro de Pinheiros.

Pearl e Jess comemoravam as últimas horas antes de Pearl completar dezoito anos.

— E aí, miga? Quase, hein...

— Sim... Demais. Demais.

Jess observou a amiga por alguns segundos.

— Sei que as coisas não estão fáceis pra você...

— Vamos falar de coisa boa, tá?

— Tá... E o Gojo?

Pearl virou o rosto.

— Como assim, pirralha?

Jess começou a rir.

— Eu vi vocês no estúdio. Nunca te vi sorrir daquele jeito. Você vive fechada, parece odiar o mundo, mas, quando está com ele... O jeito como vocês fazem música... Ele aparece no estúdio do nada.

Pearl tomou mais um gole.

— Ah, se liga, Jess. Ele é baterista. Baterista toca em várias bandas.

— Bem... Ele é alto, fortinho, tem os braços fechados de tatuagens, barba por fazer, vive de camiseta de banda sem mangas... Sexy, sempre sério, com aquela cara fechada. Mas ele sorri diferente com você. Vocês parecem duas crianças. E isso cresce...

Pearl revirou os olhos.

— Que brega você é, hein? Me dá um gole disso.

Jess entregou a bebida, mas continuou:

— Pearl, você é linda. E tem uma coisa: ele te respeita muito!

— Ele nem olha pra mim! E eu odeio quando me chama de garota!

— Hummm... Então admite que tem interesse, né?

— Para com isso, Jess. Ele só é gente boa.

— Sei... Liga pra ele. Diz que, depois da meia-noite, você vai completar dezoito anos e finalmente vai poder beber legalmente. Que lei careta, kkkkk.

— Ah, para com isso, Jess. Você sonha demais, sua comédia.

Jess pegou o celular de Pearl.

— Eu vou ligar pra ele.

— Me dá meu celular!

— Nunca!

As duas começaram a fazer pirraça, disputando o aparelho.

— Me dá meu celular! — Pearl exigiu, séria.

— Calma, Pearl. Eu nem sei sua senha... Só sei que você é caidinha por ele!

— Não sou, não!

— É, sim. Eu dei em cima dele no dia do estúdio, e ele nem me notou.

— Sua vaca!

Jess gargalhou.

— Mentira! Mas você acabou de confessar que gosta dele.

Pearl ficou séria. Olhou para Jess, que ainda segurava o celular.

O silêncio tomou conta das duas.

Então Pearl falou, quase num sussurro:

— Ele não liga pra mim...

Nesse instante, o celular de Pearl começou a tocar.

23h15.

Era Gojo.

Jess saltitou de felicidade e entregou o celular para Pearl.

— Gojo?

— Siiim, me explica direito.

Pearl escutou em silêncio, franzindo a testa.

— Hum...

Pausa.

— Sei...

Ela olhou para Jess.

— Mas, assim, só posso depois da meia-noite.

Escutou mais um pouco.

— Levo a guitarra...

Outra pausa.

— Gojo, eu só posso à meia-noite! Não posso antes!

Pearl desligou o telefone e ficou imóvel, em choque.

Jess, curiosa, inclinou-se para a amiga.

— E aí? O que foi?

Pearl olhou para ela, ainda tentando assimilar o que acabara de ouvir.

— Um show...

Silêncio.

— Meu primeiro show...

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  • ANAPORONHAK

    conto curto,,escreve bem falta mais algo poderia melhora,,,sobre historia ainda to me dedicando historia ,,pq preciso aspira,,,se não aspira não sai,,meu livro que fala minha as aventuras,, depois livro dos anjos e purgatorio ,mas ainda não sei como fala ,,,

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