És aquele
cujo nome soa amargo;
quando conjurado,
é como sal na ferida,
veneno na comida,
aperto no peito.
Queria vê-lo como qualquer sujeito,
mas, quando teu nome ecoa na mente,
é como um fogo ardente
que acaba por incendiar também o coração.
És aquele
cujo nome soa amargo;
quando conjurado,
é como sal na ferida,
veneno na comida,
aperto no peito.
Queria vê-lo como qualquer sujeito,
mas, quando teu nome ecoa na mente,
é como um fogo ardente
que acaba por incendiar também o coração.
Conjurado foi a palavra certa, o nome aparece sozinho na cabeça como se alguém tivesse chamado. Aposto que é alguém que ainda circula por perto.
O poema inteiro é sobre não conseguir que o nome dele fique neutro. A pessoa quer tratá-lo como um sujeito qualquer e o nome não deixa, vira sal, veneno, fogo. Soa a raiva de quem ainda não desligou.
Cabelo imprevisível,
Uma aventura sobre amizade, respeito, união e cooperação.
pião de vento gira por instantes e desaparece
O mundo não cabe nas palavras que dizemos.
No momento em que se nutre o coração com sol, o corpo se encontra com o arco-íris.
Até onde vai esse sentimento?
Durante um tempo, esperei amores. Durante um tempo, cobicei seu cheiro. Durante um tempo, desejei vetores. Durante dias, senti falta de algo verdadeiro.
Eu estava na minha era de ouro
És aquele