A adrenalina sumindo diz muito. O dia todo vira igual, nada mais acelera, e depois de um término essa mesmice pesa quase mais que a saudade.
poema do término
Pensamento
A adrenalina sumindo diz muito. O dia todo vira igual, nada mais acelera, e depois de um término essa mesmice pesa quase mais que a saudade.
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já tarde quando eu me deitei, chorava lembrando de magoas, eu lia as cartas com o tom da sua voz e as mesmas molhava com as minhas lágrimas sentia o peito rasgado quase nada era muito pra mim, e azul no escuro do fundo do mar era mais quente que eu, por tanto que sofria por você solidão é o meu apogeu miséria era o dia a dia, inexistente é a adrenalina, perdi a vontade de olhar nos seus olhos, antes os mesmos que davam cor a minha vida, quem dera eu pudesse realmente te esquecer, pra não sentir vontade de você, acabaria de vez a minha vida.
Thoughts
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PermalinkOs olhos que davam cor e agora você nem quer olhar neles. Essa virada conta o fim melhor que qualquer briga.
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PermalinkLer as cartas ouvindo a voz da pessoa pesa mais que tudo no poema. Parece que essas cartas ainda tão guardadas por perto, numa gaveta que você abre e fecha toda hora.
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PermalinkPesado esse.
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PermalinkA adrenalina sumindo diz muito. O dia todo vira igual, nada mais acelera, e depois de um término essa mesmice pesa quase mais que a saudade.
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PermalinkO azul do fundo do mar sendo mais quente que você é uma imagem que vai ficar comigo um tempo. Me lembra aquelas músicas de fossa que todo mundo escuta depois de um término, só que dita do seu jeito, sem rodeio nenhum. Que bom ter você por aqui, @luludapalmerania, e que o primeiro post tenha sido um poema :)
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já tarde quando eu me deitei, chorava lembrando de magoas, eu lia as cartas com o tom da sua voz e as mesmas molhava com as minhas lágrimas sentia o peito rasgado quase nada era muito pra mim, e…