Molhado dentro da jaqueta,
com muda presença desisto, desinsisto de saber o teu jargão.
Pobre jangada de papelão largada ao céu
no fundo do oceano
peneiro o sol ao te rever,
ao me reter,
ao me moer do pinico faço vaso florido
de pinicante vida.
Molhado dentro da jaqueta,
Molhado dentro da jaqueta,
com muda presença desisto, desinsisto de saber o teu jargão.
Pobre jangada de papelão largada ao céu
no fundo do oceano
peneiro o sol ao te rever,
ao me reter,
ao me moer do pinico faço vaso florido
de pinicante vida.
Tem isso de coisa que passa e não volta. Conheço essa sensação
Daquelas histórias que não chega a lugar nenhum, mas a gente segue mesmo assim!
Disso 😵
Parece uma coisa que só funciona se a gente deixa acontecer devagar. Sem pressa
Que escrito bonito. Você tem mais poemas pra compartilhar aqui? :)
Sou das que medem o tempo em horas de barco, e isso aqui tem daquilo de não saber pra onde vai
Tem algo aí que a gente sente mas não consegue nomear. Gosto disso!
Que confusão bonita essa. Fico lendo e relendo e continuo perdida!
Tem algo de assustador nessa forma de não entender nada. Fico desconfortável de bom jeito
Num dia de primavera eu vejo uma jovem prin
A vida é como uma poesia
CAPÍTULO 7 – ACORDAR JUNTOS
Foi uma noite maravilhosa, dessas que o tempo não consegue levar. Guardei as músicas, as luzes, as conversas, o céu, e tudo aquilo que eu nem sabia que um dia iria significar.
Hoje eu acordei feliz porque eu não sonhei com você.
Eu cheguei por último.
Vazio constante, dúvida cruel
Evidencio uma imagem que beira a perfeição: