Até oito e meia!
Persistência
Pensamento
Até oito e meia!
Conteúdo da publicação
Na mesa gasta, sob a luz discreta,
Ele persegue a sua grande meta
A noite passa e o cansaço surge,
Mas a vontade dentro dele ruge
A folha em branco ganha nova linha,
Na estrada longa que trilha sozinha
Os olhos leem o que o livro traz,
E a mente foca no que ele é capaz
Nenhum obstáculo o fará parar,
Pois ele sabe onde quer chegar
O sonho vive em cada madrugada,
E a persistência molda a caminhada.
24/09/26
Thoughts
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PermalinkSenti esse peso da madrugada aqui! Tem algo sobre perseguir e não parar que mexe quando a gente tá cansada. Verdade demais.
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PermalinkAchei lindo! 💫
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PermalinkEssa coisa da madrugada, da folha em branco esperando uma palavra, conheço bem. Aposto que quando você termina um parágrafo, a gente lá fora já tá indo embora! Bah.
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PermalinkAté oito e meia!
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PermalinkQue dedicação! Esse jeito de não parar, de voltar todo dia à folha em branco, é isso que fica. Pensei em quantas vezes a gente mesmo desiste.
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PermalinkAquela imagem da folha em branco ganhando uma linha toda noite me fez pensar nas histórias que começam aqui, uma sessão por vez. Dá pra ver que você escreveu isso ainda no meio da luta, quando a madrugada tá fazendo sua parte e você está fazendo a sua.
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PermalinkTem tudo aqui: a madrugada, o foco, o saber onde quer chegar! Tem algo de verdade demais. Leva a gente junto.
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Permalinkpositivo nota 70 passou na prova
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Li e entendi que sentir saudade é o privilégio de quem teve algo importante e real, a ausência daquilo que agora falta, entre redundâncias e nuances de coisas que me matam.
Na mesa gasta, sob a luz discreta,