"Os traumas moldam o ser e não o contrário."
Certamente não teria a mentalidade de hoje. Só o coelhinho verde foi testemunho ou álibi dessa saudosa memória infantil.
Que ele continue quieto.
"Os traumas moldam o ser e não o contrário." Certamente não teria a mentalidade de hoje. Só o coelhinho verde foi testemunho ou álibi dessa saudosa memória infantil. Que ele continue quieto.
"Os traumas moldam o ser e não o contrário."
Certamente não teria a mentalidade de hoje. Só o coelhinho verde foi testemunho ou álibi dessa saudosa memória infantil.
Que ele continue quieto.
Sinto falta da minha infância. De sentir orgulho de olhar pra trás e ver que quem era o corredor do pega-pega já tinha sumido e eu estava livre para me esconder de quaisquer perigos imaginários que um joelho ralado poderia me proporcionar.
Já imaginou o quão bom seria se pudéssemos voltar atrás? O quão bom seria se nós pudéssemos só reverter o que foi feito, sem esforço e nem nada? Eu pagaria em barras de ouro para saber o que eu teria feito naquela época com a mentalidade que tenho hoje.
Mas se fosse diferente, não seria eu.
Os traumas moldam o ser e não o contrário. Se em algum momento um deles fosse retirado de você magicamente e você nunca tivesse passado pelas coisas que passou, você ainda teria a mesma mentalidade? Conseguiria saber como lidar com as situações sem ter a mesma maturidade?
É isso que eu me pergunto, e de novo, observo o meu antigo coelhinho verde parado na cama, caído. Já se fazem quantos anos dês do dia em que ganhei esse coelhinho, e ele foi o único que realmente esteve aqui por mim, sem ir embora ou me julgar. Ele também nunca me disse nada, mas foi o único que nunca reclamou de todas as vezes que eu reclamei baixinho de alguma coisa.
Um simples coelhinho verde.
Fiquei com o coelhinho verde caído na cama, presente há tantos anos sem dizer nada. Em “O que o tempo não apaga”, poema de Marelo, também é no silêncio que alguém fica guardado.
Voltar com a cabeça de hoje parece ótimo até lembrar que a graça do pega-pega era justamente não saber de nada. Com a mentalidade de agora eu ia ficar parado calculando rota de fuga.
Em lagrimas doces, NATALIe faz um poema sobre choro e um coração ainda de criança que guarda um mundo inteiro sem saber onde pô-lo. Combina com este olhar para a infância.
E então o ser passa anos em terapia tentando se tornar o q os traumas o impediram de ser. Questionamentos à parte, excelente texto.
"Os traumas moldam o ser e não o contrário."
Certamente não teria a mentalidade de hoje. Só o coelhinho verde foi testemunho ou álibi dessa saudosa memória infantil.
Que ele continue quieto.
Tem um bicho desses em quase toda casa, meio desbotado, que ninguém tem coragem de doar. O daqui é um cachorrinho de orelha costurada e segue no mesmo canto da estante.
CAPÍTULO 17 — VALENTINA DESCOBRE
A PRINCESA PERDIDA Uma história sobre coragem, amor e recomeços Autora: Victoria dos Santos Queiroz --- Dedicatória Dedico esta história a todos aqueles que, em algum momento da vida, sentiram que…
Alguém bateu na minha porta, eu não abri porque era a tristeza, ela foi embora diz que vai voltar,tomara que demore.
Agora que abri as suturas voltando à tua ossada e achaste o meu cotoco e te achei mais podre agora que por fim está bastante claro onde pões os restos e onde estou sei pela primeira vez que haverá…
LUIZ ESTA OLHANDO SUA COLEÇÃO DE JOIAS 💎 💎
solidão ou solitude ?. Estevão nunes
Por Lucien Vieira | 25 de novembro de 2025
Augusta tinha quinze anos e estudava na mesma escola desde o início do ensino fundamental.
Sinto falta da minha infância. De sentir orgulho de olhar pra trás e ver que quem era o corredor do pega-pega já tinha sumido e eu estava livre para me esconder de quaisquer perigos imaginários que…