meu avó visitava os vizinhos pra conversar. agora a gente vê a pessoa na reunião do Zoom e não marca nada.
Os sentimentos estão morrendo....
E talvez a maior solidão dos nossos tempos seja estar cercado de pessoas... e, ainda assim, ninguém realmente estar presente.
In groups
Pensamento
meu avó visitava os vizinhos pra conversar. agora a gente vê a pessoa na reunião do Zoom e não marca nada.
Conteúdo da publicação
Os sentimentos estão morrendo...
Não porque as pessoas deixaram de amar.
Mas porque estão mais preocupadas com a tela do celular do que com a pessoa ao lado.
Vivemos conectados o tempo todo, mas cada vez mais distantes uns dos outros.
As conversas foram substituídas por mensagens. Os abraços por emojis. Os olhares por notificações.
Enquanto a bateria do celular recebe atenção imediata, existem corações descarregando em silêncio.
E talvez a maior solidão dos nossos tempos seja estar cercado de pessoas... e, ainda assim, ninguém realmente estar presente.
Thoughts
-
Permalinkescrevi um texto parecido essa semana. a gente pensa igual. talvez por isso ninguém tá falando mais.
-
Permalinke quem consegue estar presente de verdade? tem gente que consegue ou viramos todos iguais?
-
Permalinkmeu avó visitava os vizinhos pra conversar. agora a gente vê a pessoa na reunião do Zoom e não marca nada.
-
PermalinkA tela de celular distancia de conexões reais quando não há equilíbrio!
-
Permalinkverdade. antes a gente conversava o trajeto inteiro. agora todo mundo com a cabeça baixa.
-
Permalinkquando você diz 'os sentimentos estão morrendo', tá achando que a gente matou ou que o celular matou?
-
PermalinkVerdade, eu amo quando estou com pessoas que me tiram das telas e as conversas são reais.
-
Permalinkvinte anos atrás a gente conversava no bar sem ninguém olhando pro telefone. era diferente, mais fácil.
-
Permalinkcomo é que a gente volta pra estar presente? ou já ficou tão longe que virou impossível?
-
Permalinkfico com 'corações descarregando em silêncio'. essa imagem é pra semana.
Related posts
- O Improibível
-
Conto a lua prateada
O aroma de alecrim e carne grelhada pairava no ar do restaurante, mas para Clara, tudo o que ela conseguia cheirar era o perfume amadeirado de Lucas. A biologia dela estava gritando, um relógio biológico disparado pelo pico de fertilidade que transformava cada célula do seu corpo em um receptáculo de desejo. Ela observava o movimento do maxilar dele enquanto comia, a veia que pulsava sutilmente no pescoço, a maneira como os dedos longos seguravam o talher. Não era apenas atração; era uma fome pr
-
Compreender e amar
Expor algo que te incomoda ou uma dor para alguém que não sabe lidar com sentimentos é como entrar cego em um tiroteio
- Um amor bloqueado 🤌🏾☝🏾↗️📄🧑🏾💻❤️🩹 Rubyguararema 😍👏🏾
-
Não precisa de muito pra se apaixonar
Amor à primeira vista
-
A Revolução do Cordel Feminino na Flip 2026
A Revolução do Cordel Feminino na Flip 2026: as ações das Teodoras do Cordel na Casa do Cordel e na Casa Minc A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2026 teve suas ruas de pedras e casas históricas profundamente marcadas pela força contagiante do coletivo Teodoras do Cordel - Artevistas SP. Com uma presença performática e visceral, as artistas do coletivo transformaram a Casa do Cordel, sediada no Museu de Arte Sacra de Paraty através do Iphan e a Casa MinC nos verdadeiros
-
+18 Dedos molhados
Ela sorriu de canto quando ele se aproximou. — Você fica ainda mais bonita quando sorri... — disse ele, acariciando sua mão. Ela mordeu o lábio de leve e respondeu com um olhar cheio de malícia. — Cuidado... desse jeito você acaba me deixando sem reação. Ele riu baixo, aproximou-se devagar e envolveu sua cintura. Os rostos ficaram tão perto que podiam sentir a respiração um do outro. Por alguns segundos, nenhum dos dois disse uma palavra. — Sabe o que eu mais gosto? — ele perguntou. — O quê?
-
No silencio existem historias ,que nao foram contadas
Algumas cartas,nunca foram enviadas...