Mistos de coisas que não se sabem.
Orvalho que cai, morre e renasce.
Razão inexistente pois o coração não a segue.
Alma que clama, o choro desce.
Lágrimas que regam as marcas do chicote.
Sim, ouvi falar que o bem e o mal não se pode separar, está no ar desde de a criação da terra que maldito o dito que quebrar tal regra, hipocrisia dita o mundo, a forma e a métrica, por isso escrevo um acróstico e um poema. Sem verso, parágrafo, rima o norma culta correta.
Por Guilherme Souza!