como folha seca ao vento ,tal como
vinho escorrendo seco ,obscuro e
nobre.
encobre o fedito ,feliz mas quente!
eu escrevo para nós almas sendentas
de ´prazer ,quando isso lhes falta ,há
sim ! você baba como um bebe diante
da lisonja da morte,´hó sim diante do
marmore ,em memomorial das mulheres
mortas sob amor cruzado ,quartos cerrados.
ate quando iras sorrir para chorar mais tarde
diante do arrendimento,ate quando colocaras
teus pés no altar da libertinagem?
Salvas araiva e, salivas que escorre nobre.
é obvio que duvidas da propria loucura,nobres
tão pouco es diante da tua nudez ,vezez tão
pouca és quando apareces sobre nuvens e
faminta e seca ,e sacia tua sede na minha
garganta ,suga minha alma,meu cheiro e
odor .ludibriame com canto e espanto ,
algum canto fico calado.
joga me teus restos mortais para que eu
morra sobre teus dominios!