Essa parte onde Apolo pune Marsyas só por ousar desafiar diz tudo sobre essas histórias. Me fez pensar em como a gente nunca se livra de quem manda: você pode ser bom, pode tocar bem, mas se desafiar quem tem poder vira culpa. Apolo não apenas vence, ele humilha. É sempre assim.
GUERRA DE MELODIAS
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Essa parte onde Apolo pune Marsyas só por ousar desafiar diz tudo sobre essas histórias. Me fez pensar em como a gente nunca se livra de quem manda: você pode ser bom, pode tocar bem, mas se desafiar quem tem poder vira culpa. Apolo não apenas vence, ele
Conteúdo da publicação
Grã Calíope, recordo em músicas grande Épico
Onde Mársias e Apolo apostam o mor efeito
Quem obtém... Ou quem toca ainda mais perfeito
E qual melhor compõe... Ou mesmo o senso estético
Apolo faz ouvir d’uma ária o tom profético,
Mas Mársias, com um trote alegre, pôs afeito
Todo aquele conselho, em cujo alto conceito,
Fora elevado enfim sob o seu ar magnético.
Após, cantando, Apolo a todos arrebata.
Visto que une a poesia à música no encanto,
Somando voz e lira em plena serenata.
Mársias contesta então: Não usara ele o canto!
Apolo diz que igual com boca e dedos trata...
Vencedor, suplicia o vil por ousar tanto.
* * *
Thoughts
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PermalinkA inevitabilidade toda dessa história. Marsyas tinha que perder, e tinha que sofrer.
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PermalinkApolo vence e castiga. Tipo essa, as coisas nunca terminam bem quando a gente tem deuses envolvidos.
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PermalinkMarsyas não tinha chance desde o começo. A gente via que Apolo não ia deixar perder.
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PermalinkEssa parte onde Apolo pune Marsyas só por ousar desafiar diz tudo sobre essas histórias. Me fez pensar em como a gente nunca se livra de quem manda: você pode ser bom, pode tocar bem, mas se desafiar quem tem poder vira culpa. Apolo não apenas vence, ele humilha. É sempre assim.
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PermalinkA brutalidade de Apolo aqui no final. Todos esses cantos o mostram de outra forma, mas aí aparece o deus que castiga mesmo.
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