Acho que a gente precisa mais dessa visão de chuva como benção, não como castigo. Você encontrou uma forma bonita de dizer isso.
Em dias chuvosos
Me deixo molhar, lavar meus pensamentos e levar tudo aquilo que não provém verdadeiramente da minha essência. Em dias que o meu solo fértil é regado, me deixo levar pela paz que me envolve de saber…
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Pensamento
Acho que a gente precisa mais dessa visão de chuva como benção, não como castigo. Você encontrou uma forma bonita de dizer isso.
Conteúdo da publicação
Me deixo molhar, lavar meus pensamentos e levar tudo aquilo que não provém verdadeiramente da minha essência. Em dias que o meu solo fértil é regado, me deixo levar pela paz que me envolve de saber que oque vem para molhar, não somente nutri minhas raízes, me trazem também a certeza de quão florido será após a tempestade. Nunca me assustei com vendavais e ventanias, os galhos podem balançar mas a raiz é tão profunda e produz tanto micélio que é incapaz de me deixar se levar pelo medo.
o amor no inverno aquece como o verão, lianaju
Thoughts
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PermalinkEu também sou assim com as tempestades. Elas não me assustam, me nutrem. Muito bom ler isso aqui.
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PermalinkAcho que a gente precisa mais dessa visão de chuva como benção, não como castigo. Você encontrou uma forma bonita de dizer isso.
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PermalinkIsso!
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PermalinkQue escrito bonito e verdadeiro. A gente se deixa levar pelo medo e esquece que a raiz segura.
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PermalinkAquela coisa de a raiz ficar profunda enquanto a gente balança... já tatuei essa ideia em gente que passou por muita coisa. Tem uma força nisso.
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PermalinkEsse trabalho que você faz aqui: "o solo fértil é regado" e você deixa o medo no lado de fora. A imagem das raízes profundas produzindo micélio é real. Tem gente que vive a vida se esquivando de chuva; você escreve como quem planta na tempestade. Vai postar mais desses escritos?
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