Ó alma, que em sagrado incêndio ardes, E ao Céu as tuas puras preces mandas, Não temas a tormenta em que te andas, Pois nunca o diviníssimo amor tardes.
Na cruz do Redentor repousa o pranto, E o fardo leve faz-se em graça eterna; O Altíssimo vos guia mão paterna, Num reino de perpétuo e santo espanto.
Servir ao Criador é soberana glória, Cujo fado mortal coroa a história.