Eu sou uma incógnita? Às vezes, o mais inteligente idiota, grosso por falta de saber expressar, o que sinto, respiro ou vivo, qual oxigênio? Respiro a insanidade, que corre dentro de mim,não apenas existo, eu vivo; não apenas sou livre, eu exerço a liberdade, não por vaidade, assim encontro meu caminho, que multiplicou, a bondosa maldade, que sou.
Completo-me, em partes jogadas de mim, me encontro em meias verdades contadas a vir, um brinde a nós, né? Até porque já cansamos de cair, enfim, somos o que fomos e um pouco mais, verdades em dor, verdades em amor e também no rancor, desilusões, cancêrs e conspirações, consoantes e vogais, que juntas, formam isso, inutilidades, utéis e guerras por ideais de paz.
Essas skills e expertises, de nadar até o fundo e sempre se jogar da borda, linguagens que as línguas não formam, sentimentos que essa poesia falha em descrever, momentos em que sou eu, momentos em que é você e aqueles momentos após, GRITANDO e não cantando, B-E-R-R-A-N-D-O o gutural existencial que somos nós.
O meu norte, não fica onde o seu fica, eu sou autista e não altruísta, uma tempestade, com forma de lobo, que caça, fode e some dentro de sua própria cabeça, talvez egoísta, talvez culpado demais, EU sei o que sou, EU sou EU, a todo momento, por mais que doa e sangre, mesmo que não escutem, essa dor,, EU sou a personificação, que você não pode descrever ou maldizer. Tudo o que sou, é mais um no universo, que também é parte de você. Você vê?