Deixei terapia a alguns meses, sete meses para falar a verdade; depois de pensar muito e perceber que desde os dezoito anos, idade que comecei a frequentar a analista, não havia tomado nenhuma decisão sem antes esperar uma sessão, ou, saber lidar comigo mesma e meus próprios sentimentos sem o cupim falante dentro da minha cabeça emocionalmente oca, me direcionando e quase me jogando para o caminho que deveria seguir. Achei que seria uma boa ideia, testar a corredeira, os lagos e as iscas ja que me encinaram a pescar, doce ilusão...
A pequenos passos de bebê tentei por uma e outra vez me estabeler, não só no mundo das ideias mas no ilusório ( o qual cai de cabeça confundindo sempre que possivel o suposto com o presuposto);.
A filisofia indi diz que a culpa do sofrimento está na ilusão e para que exista uma vida, livre dos sofrimentos devemos separar o EU do Meu, mas mesmo eles sabem que é uma tarefa quase impossivel, o que me pertençe e o que é imputado a existencia dentro da sociedade do pertencer, do possuir, quase que imprecindivelmente se tornam a existencia e motivo de ser inerentemente ao EU pensante que se a autoanalisa sem a devida distância da situação.