Brasil Azul, Ceará Vermelho
Pelas cores que o céu da minha terra abarca
Pinta com tons pastéis as estrelas que refletem
Planificando uma bancada populosa, digo a eles que esperem
Pretendendo o governo construir uma arca
E quem não for junto nessa, vai olhar pra cima e ver
Cores estrangeiras empobrecendo a formosa praia
Coisa que de nada adianta abrir a boca e dizer
Se na mesa redonda, já escolheram a próxima lacraia
Pintaram o Brasil de Azul Marinho, e eu chorei
Pelos próximos anos sem ver o arco-íris
Principalmente se, aquele que eleito rei
Planejar destruir a existência dos gizes
Meu Ceará escolheu vestir Vermelho
E bonito como está agora, não sairá
O povo sorri ocioso com medo que o velho
Perca a corrida do lado de lá
Os dias passam e a angústia não sai
Corro para o altar para pedir meu antídoto
É ele, um homem santo que não vai
Usurpar as tintas que fizeram o Sol bonito
Ao menos sei que o futuro opera
Seguindo as leis do meu criador
E de sua mãe ninguém tira, meu eleitor
O título de rainha que nosso Pai dera