Estômago frio, pernas prontas pra sustentar o caminho.
Seguro a empolgação. Foco no objetivo.
Hora decisiva.
Solto o instinto.
A mente vê.
O corpo executa.
A dor é a língua que poucos escutam.
O tempo vira predador…
me caça — e eu respondo no limite do pavor.
Negocio, choro, sorrio… continuo.
Lembro, no caos, pra quê eu vim a este mundo.