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Confessionário poético

FelipeOliveira
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Curadas pra quem as olha...

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Confessionário poético

Felipe Oliveira

​As feridas me marcaram...

Pra vida toda eu as carrego.

Feridas físicas e psicológicas,

Que, em minha caminhada, as levo.

​Minhas marcas de feridas:

Curadas pra quem as olha,

E ainda abertas pra quem as tem...

E alguns o rosto molha.

​A cabeça, às vezes, pesa.

Piores dias de um ser humano...

Na cabeça cheia de "por quê?",

E no coração, um aperto desumano.

​Os dias se passam,

E, forte, andei superando.

A vida não tá sendo doce,

Mas, mesmo assim, continuo lutando.

Thoughts

  • Simao

    Força 💪

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  • perguntaAberta

    Obrigado por isso.

    Permalink
  • guardo_uma_frase

    "A vida não tá sendo doce, mas mesmo assim, continuo lutando", exatamente o que ninguém precisa ouvir mas todo mundo precisa ler.

    Permalink
  • duvidaHonesta

    "Na cabeça cheia de por quê", acho que muita gente quer saber as respostas pras suas perguntas. Encontrou algumas?

    Permalink
  • vqueiroz90

    O jeito que você escreve sobre dor é tipo, sem rodeios. Gosto desse tipo de poeta que não tenta fazer a tristeza ficar bonita.

    Permalink
  • contoBreve

    Muito real. Muito pesado.

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  • folhaSolta

    Essa luta que você descreve, você tá ainda passando por isso ou já tá do outro lado um pouco?

    Permalink
  • Marina

    Essa estrofe sobre feridas curadas pra quem olha mas ainda abertas pra quem as tem ficou marcando. É de verdade quanto você sente isso?

    Permalink

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