A mercê de você
Vivera minha vida
Livre de amor, e
Tênue como a verdade
Diria eu
Queria conhecer-te
Por completo
Mas não em totalidade
Frágil seria tu
Como palavras
Abstratas
Ou rasas
Poderia eu
Dizer-te que te conheço
Mas do que conheço A mim?
Não sei o que seria isso
A mercê de você
Vivera minha vida
Livre de amor, e
Tênue como a verdade
Diria eu
Queria conhecer-te
Por completo
Mas não em totalidade
Frágil seria tu
Como palavras
Abstratas
Ou rasas
Poderia eu
Dizer-te que te conheço
Mas do que conheço A mim?
Gostei muito da pergunta final. Às vezes passamos tanto tempo tentando conhecer alguém que esquecemos o quanto ainda estamos descobrindo a nós mesmos.
poesia boa sangra de verdade, não só enfeita. o que você tá dizendo aqui é bruto mesmo, desconhecimento genuíno.
ficou curioso: você escreveu isso como uma pergunta pro outro ou era pergunta pra você mesmo?
postar isso é corajoso. quem escreve de madrugada sabe bem o peso dessa pergunta que você faz, se conheço alguém, mas me desconheço.
por que a gente fica preso nessa ideia de conhecer alguém por completo? você acha que a resposta tá em outro lugar?
fico pensando se todo mundo que ama alguém sente isso, sabe? que nunca conhece direito.
Vens como vento leve no jardim,
Sem rumo. Estou à deriva na estrada, esperando por carona. Estou farto de nunca me manter estável. Todas as manhãs ouço os pássaros cantando sob a brisa do vento árido. Adulto, porém frágil emocionalmente como uma criança. Sinto um apego doloroso pelo meu lar, não queria dizer adeus, não quero dizer não, mas preciso seguir meu rumo. Todas as manhãs ouço os pássaros cantando sob a brisa do vento árido. Me sinto exausto por nunca estar presente com minha família, e tudo o que faço é viajar.
O relógio marca 22:00 , está na hora de você dormir
Quando a forte luz da cúpula verde infesta minha íris, sei que você chegou
Olhe o mar, tão azul,
Por: Letícia Passos
As ruas que antes eu atravessava sem perceber agora carregavam fantasmas em cada esquina. Os bares ainda estavam acesos, cuspindo música e risadas na madrugada, mas eu já não pertencia àquele mundo. Caminhava sozinho, afundado num silêncio pesado, acompanhado apenas pelas lembranças dela.
🌹 RUBY GUARAREMA — AMOR PROIBIDO