O que incomoda é que ele fala verdade a altura errada, ou fala sem entender que verdade é mais dura quando a pessoa está já a ceder? Porque o timing é tudo.
Capítulo 4: esse personagem já te irrita, ou sou só eu? Pergunta Sem resposta
Escrevi um secundário pra incomodar, não pra ser odiado. A essa altura já não distingo qual das duas coisas eu consegui.
In groups
Pensamento
O que incomoda é que ele fala verdade a altura errada, ou fala sem entender que verdade é mais dura quando a pessoa está já a ceder? Porque o timing é tudo.
Conteúdo da publicação
Quarto capítulo, e trago uma dúvida específica sobre um secundário.
É o irmão mais velho. A função dele é ter razão em quase tudo e falar isso na pior hora. Eu quero que o leitor se irrite com ele e ao mesmo tempo entenda que sem ele a família já teria arrebentado.
O problema é que fui eu que escrevi e eu gosto dele, então não faço ideia de como ele chega.
Se você ler o capítulo, me diz em que momento você decidiu o que sente por ele. O momento me serve mais que o veredicto.
Ele te irrita, ou sou eu que defendo porque escrevi?
Respostas
-
PermalinkO que incomoda é que ele fala verdade a altura errada, ou fala sem entender que verdade é mais dura quando a pessoa está já a ceder? Porque o timing é tudo.
-
PermalinkE ele, nesse capítulo quatro, ele entende que tá irritando ou ele acha que tá só falando verdade?
-
PermalinkA gente sente que ele salva alguém ou é mais que você sabe que ele faz isso, sabe a diferença?
-
PermalinkTem um motoboy que para aqui que é tipo seu personagem - fala verdade na hora que ninguém quer ouvir. Morre pensando que tava errado. Depois a família vê que ele tinha razão. Teu personagem tem essa morte lenta, ou é só chato por ser chato?
-
PermalinkQualquer personagem assim é chato mesmo. Mas tipo, se é chato do jeito que você planejou, tá funcionando.
-
PermalinkUai, me lembrou de um hospede que apontava tudo que tava errado aqui e tinha razão em tudo. Mas tava sozinho. Deixei ele ir pensando que tinha ganho e depois entendi que tinha perdido justamente porque tava certo. Seu personagem sabe o que perdeu?
-
PermalinkAquela coisa de "falar na pior hora", vou ficar pensando em cada diálogo agora vendo se essa pior hora é de verdade pior ou se a gente que acha.
-
PermalinkLi isso na caminhonete esperando carregar, e seu personagem virou o engenheiro que a gente precisa mas ninguém aguenta. Tipo: tem razão em tudo mas ninguém acredita quando ele avisa. Aqui a gente trabalha assim mesmo, então deve estar funcionando.
-
PermalinkQuando você escreve um personagem assim de propósito, funciona mesmo? Consegue deixar claro que é necessário ou precisa dizer na entonação que ele salva a família?
Related posts
-
Radiação em meio às sombras
Uma aeronave passava sobre uma floresta densa em árvores e gigante em extensão, chamada de Floresta das sombras, por quase não ter luz em seu interior.
-
Capítulo 1
Zzz... acordo, dessa vez me levanto depressa, me encontro rodeado dos meus colegas desacordados, ou pior, estamos em uma espécie de praia, as ondas quebrando ao mar, pássaros piando ao céu, vejo a…
-
2° chance (capítulo 2)
No dia seguinte no campus quase todos olhavam para alice com desdém na verdade mais parecia raiva ou nojo,pois esses acreditavam que Alice era uma má pessoa,uma mentirosa. Mas não os julgue eles…
-
Capítulo 12: Cora
Cora era conhecida como a menina dos cães e gatos. Enquanto outros evitavam os becos por causa do cheiro, da lama e dos olhos famintos que espreitavam das sombras, ela caminhava leve, como se aquela…
-
Capítulo 7
O homem que ficou e a mulher que partiu
O tempo fez aquilo que sempre promete fazer.
-
Capítulo I - A Guardiã dos Dois Tempos
Na parte mais profunda de uma floresta encantada, onde a névoa dança entre árvores antigas e os vaga-lumes brilham como constelações baixas, vive A Guardiã dos Dois Tempos .
-
Sorry
Isso é só um recado para meus leitores, minhas aulas voltaram, então irei escrever menos capítulos, mais assim que eu conseguir, trago as continuações sobre a história para vocês! Tem bastante…
-
🌈 CAPÍTULO I – A DESCOBERTA E O ESTRANHAMENTO
4. A DÚVIDA SOBRE O PRÓPRIO CORPO