Na parte mais profunda de uma floresta encantada, onde a névoa dança entre árvores antigas e os vaga-lumes brilham como constelações baixas, vive A Guardiã dos Dois Tempos.
Ela não pertence apenas ao presente — ela caminha entre o hoje e o futuro.
Seus cabelos são longos, levemente ondulados, com reflexos de cobre e dourado que parecem capturar a luz do entardecer. Seus olhos têm a serenidade de quem observa antes de agir — mas carregam a chama de quem sabe exatamente o que quer construir.
Ela veste um manto em tons de:
verde musgo (crescimento),
terracota (raízes),
vinho profundo (paixão e intensidade),
e detalhes em dourado antigo (propósito).
No peito, um relicário em forma de ampulheta — símbolo do equilíbrio entre quem ela é e quem está se tornando...
Continua...