"Ai dona fea, foste vos queixar que nunca vos louv'en meu trobar..." — João Garcia de Guilhade
Do amor cujo amar incendeia daquela dona bela, faz desprezo à causa de amá-la a por que tenho donzela: ai, fosse eu dela, dona feia; que não ficasse contigo e fosse dela, dona feia; que fosse ficar comigo ela e não eu com ti, dona feia; porque não amo ti como amei-a, dona feia!
Pequeno poema, inspirado na cantiga original de mesmo nome, cuja, creditada pelo autor da citação logo acima, onde o eu lírico faz da queixa da "dona feia" que negligência em suas poesias em seu maldizer.