as flores da eternidade
entre missas eternizadas,
pelas lágrimas mortas já
esquecidas do luto,sobre
os olhos ardentes da face
da morte.
nitidamente sobre as mãos
do destino selamos nossa
liberdade diante dos altares
das promessas ,mediante os
gemidos, dos sussurros nos
ouvidos nos becos escuros .
e ao redor do sol sob,luz
divina da consciência nos
somos coroados pela arte de
sonhar, e no final do dia entedia
os sopros nos ouvidos ao final
da lida que dizia,eu vivo em dias
de tempestades,e carrego uma
dor infinita materna,mas quando
tudo passa ela fica,nao invisível
mas escondida em um canto
da tua alma .somos como a noite
como uma tal deusa em trabalho
de parto ,sobras de devaneios
desnudos de paixão.