É tão estranha e tão boa a sensação de observa a tarde lá fora. As árvores, as plantas, as casas as luzes ao longe...todas as coisas banhadas por um imenso e melancólico azul.
O único som é o de grilos, gafanhotos e, volta e meia, o latido de alguns cachorros correndo atrás de um motoqueiro ou um esquilo aleatório.
A cada segundo que passa, o azul, assim como o silêncio, se tornam cada vez mais profundos, tornando assim, somente a sinuetas das belas árvores visíveis. Talvez nos humanos sejamos assim, diantes das depressões da vida somos todos iguais, todos apenas sinuetas, belas e melancólicaa sinuetas.