Por aí para desbravar os rios de amor que há de trazer um mar de flores só para mim. Sabendo de quão longe meus pés estão vindo, anseio que, antes de alguém, eu esteja para lavar os meus pés. Que o meu amor por mim se construa manso e sólido. Que as transformações me levem ao rumo de quem estou aqui para ser, e imensamente grata por ter um coração míope. A esperança prevalece porque sempre há um motivo para ser grato, de onde estamos vindo, eu e Juliana, aprendemos que o ódio só te contamina se os seus olhos não forem bons. A magia da gentileza se manisfesta em todos os nossos dias, nós somos os donos de nossas próprias paletas e até os espinhos das flores são per(feitos) para nós.
Cavalo selvagem, assim sou eu, me chamei amor e nunca estive para olhar muito tempo para trás, me encanta as vistas mas eu tenho um fome do que ainda não sei. Talvez, eu aprenda me domar, até lá, me encontro livre buscando oque é meu por direito.