Meus velhos amigos, aqueles bons momentos, boas memórias, sinto por ter que deixar, e de um fim por ter nossa história.
Eu andava a sufocar pensando na simplicidade de uma boa saudade, e na complexidade da afinidade; eu lhes queria chamar, mas do que adianta reclamar?
A conversa, muitas vezes desconexa, se vem de momentos sob um preceito dislexo, errado; os dois, no contrato quebrado, não existem, só mal-entendidos.
Você está pronto para conhecer as trevas de verdade? Você está? Não entendo, entender o motivo em que, da igualdade, você assimila a falta de moralidade.
Que ódio, ódio de não poder te mostrar na prática o que é ser eu, mostrar que, de tanto lutar, nada nunca me pertenceu, e de meu coração tudo foi seu; que grande problema meu, a escolha é uma perda de tempo.
Quanto mais sozinho, mais confuso e assustador, deve ser por isso que dizem que a dor é, por parecer, um regulamentador: o seu maior inimigo vai te proteger, o mesmo que te envenena, te possui e dele se vê o reflexo.
Quando está tão sozinho, começa a se acostumar, a esperança a deixar; espero que ainda possa me amar, porque de me odiar já estou em um dilema de solitude.