Onça paciente dá medo.
Selvageria e luxúria.
Pensamento
Onça paciente dá medo.
Conteúdo da publicação
Ouço você uivar como um lobo, um lobo selvagem. Irei domesticar você.
Escute o que eu digo, deixe-me guiá-lo ao fim da luz do luar. Você é selvagem, mas sou uma onça à espreita, você não terá esse embate. Vivo na mata, sei de tudo o que acontece aqui.
Agora escute, irei pegá-lo, controlá-lo, morder você com a maior força que eu tiver. Preste atenção, estou aqui. Este território é meu.
Apenas mantendo paciência.
Irei pegá-lo, controlá-lo, morder você com a maior força que eu tiver. Preste atenção, estou aqui. Este território é meu.
Você já é meu.
Deixe-me entrar na sua vida, torne-me o seu senhor se puder. Eu pegarei você.
Podemos ser amigos de caça, estarei com você no fim da tarde, me procure em um rio profundo, você não se arrependerá. Estarei aqui.
Eu sei o que você quer!
Eu abro exceções, me encontre no rio mais profundo dessa terra.
Eu juro, não mordo, sou leal, como espero a recíproca.
Caçadas exigem estratégias, amor exige sentimentos mútuos. Fique ao meu lado, isso nunca lhe faltará. Deixe-me ser seu e você ser meu.
Nossa luxúria e sede ardente prevalecem.
Você será meu, e eu serei totalmente seu. O sol estará a entardecer, permaneça junto a mim, e você terá de tudo.
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Biografia Tenho 43 anos, nasci e cresci na cidade de Embu das Artes, formei-me em História e, atualmente, sou professor de leitura. A literatura é uma das tantas peças do meu ser público tanto quanto é parte dos meus ritos privados. Acho que o mundo gira porque gostamos de uma boa história. Eu gosto, e quis ver como é a outra ponta do livro. Espero que a minha história seja boa. Ela é sombria, de terror, irônica, necessária e visceral.
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Ouço você uivar como um lobo, um lobo selvagem. Irei domesticar você.