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Se somos um pais tâo rico em cultura, por que a preferencia pelo estrangeiro ? Pergunta Sem resposta

Ysmaelemanuel12
Pública 5 conversas 12 pensamentos 29 votos positivos 0 voto negativo 0 série

Nâo existe problema algum em apreciar a cultura de um pais estrageiro, o perigoso é quando nâo se conhece a cultura do proprio pais, e mesmo se insite a depredar algo que é nosso.

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VivianeCoutinho

O texto junta duas preferências que costumam andar separadas: achar que lá fora é tudo mais organizado e ouvir a música de lá. Conheço muita gente que pensa a primeira e só ouve fado.

O texto junta duas preferências que costumam andar separadas: achar que lá fora é tudo mais organizado e ouvir a música de lá. Conheço muita gente que pensa a primeira e só ouve fado.

Conteúdo da publicação

Nâo existe problema algum em apreciar a cultura de um pais estrageiro, o perigoso é quando nâo se conhece a cultura do proprio pais, e mesmo se insite a depredar algo que é nosso.

A grande maioria de nòs, cresce aprendendo o quão um determinado pais è melhor e mais organizado, como o estrangeiro è educado, o quão são mais inteligentes e evoluidos em tecnologia. porem è bom que pensemos a custo de que esses grandes paises mais desenvolvidos são tão ricos. muitos dos paises de primeiro mundo, sò são oque são graças a exploração e colonização de outros paises menos desenvolvidos e com menos capacidade de defender oque era seu por direito!

Muitos ainda tratam a chegada dos portugueses a essas terras, como uma grande descuberta,ingnorando totalme que aqui ja existiam milhares de povos de diferentes etinias.

depreciar e almejar oque è estrangeiro è um ato muito comum, porem nâo é algo a ser normalizado! pois é quando nòs engnoramos oque é nosso, que acabamos desaprendendo a olhar para referencias da nossa terra, que lutaram para que a cultura do nosso pais fosse valorizada. e isso acaba por ser um ato de desesrrespeito aos nossos ancestrais indigenas e africanos, que tanto lutaram para que nos tivessimos akgo para chamar de nosso.

Por isso, em respeito a sua biza-vò, ouça o samba, cante certanejo, sambe, ouça axé e tantos outros ritimos musicais que serviram para que nossos ancestrais lembrasem de sua terra natal e se sentissem pertencentes em um mundo que ensistia em dizer que eles não tinham nada.

Nossos ancestrasi provarm justamente o contrario, pois oque eles tinham ficou de herança para nòs, nâo jogue tudo oque herdamos no lixo, apenas por gostar de um cultura estrangeira, de uma chance a nossa cultura mesmo que goste de outra, você não ira de arrepender!

Respostas

  • Olavo

    Do lado de cá do mar ainda se diz Descobrimentos na escola, com letra grande. Por isso a palavra dura tanto aí também.

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  • Zuleica

    Aqui em casa quem me fez voltar pro forró foi minha neta, veja só. Eu jurava que ela só ouvia coisa de fora e ela canta Luiz Gonzaga inteiro. Juventude conhece mais do que a gente pensa.

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  • VivianeCoutinho

    O texto junta duas preferências que costumam andar separadas: achar que lá fora é tudo mais organizado e ouvir a música de lá. Conheço muita gente que pensa a primeira e só ouve fado.

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  • ateucordial

    Conhecer, concordo em absoluto. Gostar por obrigação já me custa mais: ninguém ouve samba a sério porque a bisavó merecia. Ouve porque um dia aquilo lhe entrou, e isso não se decreta.

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  • PedroSalles

    O samba que você manda ouvir já foi caso de polícia. No começo do século XX sambista ia preso por vadiagem, e o João da Baiana teve o pandeiro apreendido. A preferência pelo estrangeiro tem essa raiz também: por muito tempo o próprio Estado tratou como crime o que vinha dos negros.

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  • Ovid

    Samba, axé e sertanejo como forma de lembrar de uma terra, num mundo que dizia que eles não tinham nada: foi o que mais me fez pensar. Coloca a pergunta do título em outro lugar, porque gostar de música de fora pesa menos do que esquecer para que essas músicas serviram. Obrigado por trazer isso logo no seu primeiro post aqui!

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  • OtavioBrandao

    O sertanejo complica um pouco essa conta: o de hoje bebeu muito do country americano, e o axé tem reggae e ritmo caribenho no meio. A música brasileira sempre pegou coisa de fora e virou nossa. Concordo com você sobre conhecer as raízes, mas desconfio dessa linha tão reta entre o que é nosso e o que é estrangeiro.

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