A saudade é o azar de alguém que ja teve muita sorte,
Digo isso porque ja fui sortudo um dia.
Ela em certos momentos veste meu incansável pranto,
Não me conformo do fim dos nossos planos.
Nossas memórias vem como uma brisa fria de inverno,
Sempre me empurrando para trás,
E me cercando no abraço gelado da solidão.
Mas, mesmo com ela me parando,
O inverno está passando,
A chuva já está estiando,
E o sol voltou.
E assim como o sol que nasceu de novo,
A saudade queima como uma brasa ardente no meu peito,
Incendiando meu coração incansavelmente,
Até restar as cinzas do nosso passado.