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RASTREADORES - CAPÍTULO 4

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Saiu o capítulo 4 de RASTREADORES ! ❤️

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Marcelo acordando do nada no meio dessa crise, tentando entender quem ele é. Eu conheço esse peso de chegar num lugar e ver que tudo piorou enquanto você tava fora.

Marcelo acordando do nada no meio dessa crise, tentando entender quem ele é. Eu conheço esse peso de chegar num lugar e ver que tudo piorou enquanto você tava fora.

Conteúdo da publicação

Saiu o capítulo 4 de RASTREADORES! ❤️

Se puderem, deixem nos comentários o que acharam deste capítulo e da história até aqui. Quero muito saber suas opiniões, teorias, dúvidas e até críticas — podem ser sinceros! 👀

Aprecio muito cada comentário, pois eles me ajudam a enxergar a história por outras perspectivas e também contribuem para o desenvolvimento da minha escrita.

Estarei aguardando vocês nos comentários! ❤️

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CAPÍTULO 4 - ENCONTRO

— Para onde estamos indo? — Marcelo perguntou assim que se acomodou no banco do carro e afivelou o cinto de segurança.

Cecil, no banco do passageiro, continuou olhando pela janela, como se a paisagem lá fora fosse muito mais interessante do que qualquer conversa dentro do carro. Danilo, por outro lado, dormia profundamente no banco de trás, completamente alheio à tensão entre os dois.

Marcelo esperou alguns segundos.

— Cecil?

Ela finalmente desviou os olhos da janela e o encarou.

Não precisou dizer nada.

Ainda estava chateada.

Marcelo soltou o ar devagar e deu partida no carro. Insistir provavelmente só pioraria as coisas.

Depois de passarem na casa de Cecil — onde, para sua irritação, Marcelo fora terminantemente proibido de entrar —, seguiram para a pizzaria.

Já eram quase dez da manhã quando chegaram.

Jorge estava lá dentro, organizando o estoque para mais um dia de trabalho.

Marcelo entrou devagar, tentando pensar em uma boa desculpa para justificar sua ausência pelos próximos dias, mas cada alternativa parecia mais mentirosa que a anterior. Desde que perdera a memória, praticamente não saía para lugar nenhum. Inventar uma viagem repentina seria, no mínimo, estranho.

Assim que atravessou a porta, encontrou a pizzaria mergulhada em uma penumbra tranquila. As luzes ainda estavam apagadas, e a claridade da manhã entrava timidamente pelas janelas, desenhando faixas pálidas pelo salão vazio.

Marcelo parou por alguns segundos e olhou ao redor.

Cinco anos.

Havia cinco anos que aquele lugar fazia parte de sua vida. Conhecia cada mesa, cada cadeira, cada canto daquele salão. Lembrava-se dos dias corridos, dos clientes impacientes, das noites em que fechava a pizzaria exausto e das incontáveis horas ao lado do tio.

Mas não se lembrava de nada que viesse antes daqueles cinco anos. Pelo menos, não até a noite anterior.

Era estranho pensar que conseguia reconstruir aqueles cinco anos quase dia após dia, enquanto tudo o que existira antes começava, aos poucos, a se encaixar em sua mente como um quebra-cabeça. Mas não um simples. Um daqueles com duas mil peças, espalhadas diante dele sem qualquer pista de por onde começar..

Respirou fundo.

O cheiro familiar de massa assando e molho de tomate ainda pairava no ar, impregnado nas paredes como se nunca fosse embora.

Marcelo conhecia aquele cheiro.

Conhecia aquele lugar.

Conhecia aquela vida.

E, ainda assim, estava prestes a deixá-la por alguns dias para descobrir quem havia sido antes dela.

Seguiu em direção à sala do tio, nos fundos da pizzaria, mas o encontrou no meio do caminho, carregando algumas caixas.

Jorge não o cumprimentou. Passou direto por ele e entrou na cozinha.

Marcelo acompanhou-o com o olhar.

Então se lembrou dos recibos.

Na noite anterior, havia deixado tudo sobre o balcão antes de fechar a pizzaria. Nem sequer se dera ao trabalho de guardá-los como fazia todas as noites.

Jorge sabia.

— Tio — chamou.

Nenhuma resposta.

Jorge abriu uma das caixas e começou a abastecer uma prateleira, como se Marcelo nem estivesse ali.

Ele respirou fundo antes de se aproximar.

— Eu vou precisar sair por alguns dias... de folga.

Jorge continuou trabalhando.

— Tenho algumas coisas para resolver.

Era uma desculpa péssima. Marcelo sabia disso. Com certeza seria capaz de inventar alguma coisa melhor se tivesse tido mais tempo para pensar, mas, naquele momento, sua mente parecia incapaz de produzir qualquer mentira minimamente convincente.

Jorge colocou mais um produto na prateleira.

Parou.

— Você lembrou, não foi?

Marcelo congelou.

Todo o seu corpo ficou tenso.

Por alguns segundos, não soube o que responder. Poderia dizer que sim, mas isso exigiria explicações que não podia dar. Além disso, ainda havia um enorme vazio em sua cabeça. Fragmentos começavam a retornar, rostos ganhavam significado e perguntas que ele nem sabia que precisava fazer agora surgiam aos montes.

Marcelo deu um passo em direção ao tio.

— Eu...

— Eu sabia que esse dia chegaria — Jorge continuou, antes que ele pudesse terminar.

Marcelo parou.

O tio finalmente se virou para encará-lo.

Não havia raiva em sua expressão. Nem surpresa. Apenas uma preocupação silenciosa que Marcelo conhecia bem demais.

— Só lhe peço uma coisa, garoto. — Jorge sustentou seu olhar. — Se cuida.

Marcelo engoliu em seco.

Às vezes, esquecia que Jorge não era seu pai.

Talvez porque, durante aqueles cinco anos, Jorge tivesse sido a coisa mais próxima de um pai que Marcelo conhecera. Seu pai biológico morrera antes mesmo de ele nascer e, mesmo agora, com as memórias começando a retornar, não havia lembrança alguma dele à qual pudesse se agarrar.

A familiaridade daquele lugar, a preocupação do tio e até mesmo o cheiro de pizza impregnado em suas roupas faziam parte da única vida de que conseguia se lembrar com nitidez.

E saber que Jorge continuaria ali fez o peso em seu peito diminuir um pouco.

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-**-*

Quando voltou para o carro, Cecil ainda estava no banco do passageiro, olhando pela janela. Danilo continuava dormindo atrás, exatamente como Marcelo o deixara.

Ele se acomodou ao volante e fechou a porta.

Por alguns segundos, nenhum dos dois disse nada.

Cecil foi a primeira a quebrar o silêncio:

— Estamos indo para a casa da Suzane. A Emili mora lá.

Marcelo virou o rosto para ela.

Havia várias perguntas que poderia fazer.

O que exatamente esperavam encontrar lá? E, principalmente, por que Cecil parecia tão pouco disposta a explicar qualquer coisa?

Mas, ao perceber que ela já havia voltado a encarar a janela, desistiu.

Por enquanto.

Deu partida no carro e seguiu pela rua à frente.

A casa de Suzane ficava em um bairro afastado, quase nos limites da cidade. Eles costumavam passar por lá depois do expediente dela, fosse para relaxar depois de uma missão ou para cuidar dos ferimentos quando as coisas não saíam exatamente como planejado.

Naquela época, Emili ainda cursava Enfermagem. Decidira seguir os passos da irmã.

Marcelo se lembrava dela.

A última imagem que tinha de Emili era a garota descendo as escadas às pressas, carregando uma caixa branca que Suzane havia esquecido em casa. Pouco depois, eles partiram para a Sala desconhecida.

E aquela fora a última vez que a vira.

Como Emili estava agora?

Marcelo ainda pensava nela quando passou com o carro por um buraco.

O solavanco fez Danilo despertar assustado no banco de trás.

— O quê?!

Marcelo olhou rapidamente pelo retrovisor.

Os cabelos de Danilo estavam completamente espalhados pelo rosto, e os óculos haviam caído no chão do carro.

— Precisa tomar cuidado. Meus equipamentos são sensíveis — reclamou Danilo, ainda procurando os óculos no chão do carro.

Marcelo apenas assentiu.

Sensíveis ou não, Danilo havia colocado tantas bolsas no bagageiro que quase não sobrara espaço para a mochila de Marcelo. Mas não fora a quantidade de equipamentos que mais o surpreendera naquela manhã.

Danilo morava no apartamento em frente ao de Cecil.

Os dois haviam se aproximado bastante durante aqueles cinco anos.

Mais do que Marcelo esperava.

Uma pontada de ciúme revirou seu estômago.

Imediatamente, sentiu-se ridículo por aquilo. Não tinha direito algum de se incomodar. Afinal, fora ele quem escolhera ir embora.

Ou, como Cecil insistia em dizer, estivera “dormindo” durante todo aquele tempo.

Marcelo lançou um olhar rápido para ela.

Cecil permanecia em silêncio, com o rosto voltado para a janela.

Havia alguma coisa errada.

E não era apenas por causa da discussão que tiveram na cozinha. Algo mais a incomodava, mas Marcelo sabia que ela não lhe contaria. Não depois de ela ter afirmado, com tanta convicção, que ele não pretendia voltar.

Voltou a atenção para a estrada.

As habilidades de Cecil também estavam diferentes.

Antes, quando acessava a mente de alguém, ela conseguia encontrar memórias, pensamentos, imagens... mas nunca compreender de verdade as intenções por trás deles. Agora, de alguma forma, conseguia senti-las.

Era extraordinário.

E, pensando melhor, também devia ser assustador.

Chegaram à casa de Emili pouco antes das onze da manhã.

Uma minivan azul estava estacionada em frente à casa.

Assim que a viu, Cecil franziu o cenho.

— Droga. Pensei que ela estivesse trabalhando.

Marcelo virou-se para ela.

Cecil percebeu imediatamente a desconfiança em seu olhar.

— O quê? Não seria roubo, se é isso que está pensando. Eu só ia pegar algumas coisas que são minhas.

— Que coisas suas estão na casa da Suzane? — perguntou Danilo, aproximando-se dos dois.

Cecil não respondeu.

Simplesmente saiu do carro, fechou a porta e seguiu em direção à casa.

Marcelo e Danilo trocaram um olhar antes de acompanhá-la.

Cecil subiu os degraus da pequena varanda e parou diante da porta. Bateu três vezes.

Depois, recuou dois passos.

O silêncio que se seguiu fez Marcelo ficar atento.

Ao seu lado, Danilo pareceu chegar à conclusão oposta: discretamente, recuou até ficar quase escondido atrás de Cecil.

Marcelo olhou para ele.

Danilo apenas deu de ombros.

Um ruído veio de dentro da casa.

Marcelo reagiu por instinto.

Deu um passo à frente, posicionando-se entre Cecil e a porta.

Ela olhou para as costas dele e revirou os olhos.

— Eu não preciso de proteção.

Marcelo não saiu do lugar.

— Eu sei.

Passos se aproximaram do outro lado da porta.

A porta se abriu abruptamente.

Emili surgiu do outro lado com uma expressão de pura fúria.

Ainda estava de uniforme, embora não parecesse estar prestes a sair. Seu olhar passou rapidamente por Marcelo e Danilo antes de se fixar em Cecil.

Ela estava muito diferente de como Marcelo se lembrava. Os cabelos, antes soltos, agora estavam presos em um coque firme, sem um fio fora do lugar. O rosto ainda era familiar, mas havia algo diferente nele. As feições pareciam mais duras, mais cansadas, como se aqueles cinco anos tivessem pesado sobre ela muito mais do que deveriam.

— Eu já não disse para você não aparecer na minha casa?

A voz de Emili se tornava mais dura a cada palavra.

Cecil sustentou seu olhar.

— Eu só vim buscar as pastas que deixei aqui.

Havia algo defensivo em sua resposta, e Marcelo percebeu imediatamente.

Aquilo o surpreendeu.

Cecil não costumava ficar na defensiva.

— Não.

A resposta de Emili foi categórica.

Cecil reagiu de imediato. Passou por Marcelo e parou diante dela.

— Elas não são suas. Eram minhas e da Suzane. Você não pode me impedir de pegá-las.

— Você deixou tudo aqui porque quis. — Emili segurou a porta com mais força. — E agora aparece depois de todo esse tempo exigindo que eu simplesmente entregue?

— Emili...

— Não!

Antes que Cecil pudesse responder, Emili entrou e bateu a porta com força.

O estrondo ecoou pela pequena varanda.

Ouviram o clique da chave girando na fechadura do outro lado.

Por alguns segundos, ninguém se mexeu.

Marcelo olhou para Cecil.

Ela permanecia imóvel diante da porta, os ombros tensos e a mandíbula travada.

— Cecil... — Danilo arriscou atrás deles.

Ela segurou a maçaneta.

— Não.

Marcelo reconheceu aquele tom.

— Cecil.

Tarde demais.

A porta se abriu de uma vez, batendo com violência contra a parede.

Emili, que já seguia em direção ao corredor, virou-se assustada.

Cecil entrou.

Marcelo fechou os olhos por um instante.

Era exatamente por aquilo que ela sempre estivera na linha de frente do grupo.

Cecil não gostava de discussões prolongadas. Não tinha paciência para ameaças, negociações ou impasses. Quando conversar deixava de funcionar, sua primeira reação era simplesmente eliminar o obstáculo.

E, naquele momento, o obstáculo era uma porta.

Emili a encarou, incrédula.

Cecil deu mais um passo para dentro da casa.

— Você não está me deixando escolha. — Sua voz saiu baixa, mas firme. — Não me obrigue a tirar essas pastas de você.

Emili avançou em direção a Cecil, mas parou a poucos passos dela.

Por mais furiosa que estivesse, seu instinto ainda parecia alertá-la de que se aproximar demais de Cecil não seria uma boa ideia.

— Você devia ter sido essa pessoa quando deixou minha irmã morrer naquele lugar.

Cecil paralisou.

Foi imediato.

Toda a impaciência desapareceu de sua expressão. A raiva que, segundos antes, parecia prestes a explodir simplesmente se desfez.

Marcelo percebeu.

Emili também.

— Dói, não é, Cecil? — continuou ela, a voz carregada de ressentimento. — Isso dói...

Marcelo avançou antes que ela pudesse continuar e se colocou entre as duas.

— Emili, já chega!

Ela recuou um passo.

Danilo se aproximou de Cecil e tentou tocar seu braço, mas ela se afastou antes que ele conseguisse.

— Quem é você? — perguntou Emili, encarando Marcelo.

Ele franziu o cenho.

Danilo olhou para ela, surpreso.

— Você não se lembra dele?

Emili tornou a encarar Marcelo.

Dessa vez, demorou mais.

Seus olhos percorreram o rosto dele, como se buscassem algum traço familiar, alguma lembrança perdida entre aqueles cinco anos. Então, sua expressão mudou.

— Marcelo?...

Ele não respondeu.

Emili arregalou os olhos e imediatamente voltou-se para Cecil.

— Você o acordou?

Cecil soltou o ar devagar.

Quando olhou para Marcelo, ele percebeu o cansaço em seus olhos. Pareciam ainda mais pesados do que no dia anterior.

— Eu precisei — respondeu ela, desviando o olhar.

Emili soltou uma risada curta, sem qualquer humor.

— Precisou? Quando eu pedi para você acordá-lo, você se recusou. — Sua expressão endureceu novamente. — Por que agora?

Cecil permaneceu em silêncio.

— A irmã dela foi sequestrada por Eles — disparou Danilo.

Cecil virou-se imediatamente.

— Não, Danilo...

Mas já era tarde.

A expressão de Emili mudou.

A raiva desapareceu por um instante, dando lugar a algo que Marcelo não conseguiu identificar.

Choque.

Talvez medo.

Emili olhou para ele por alguns segundos antes de voltar lentamente a atenção para Cecil.

— Eles voltaram?

— Não temos certeza... — respondeu Cecil.

As duas se encararam em silêncio, como se travassem uma disputa para ver qual delas cederia primeiro.

Emili foi a primeira a falar.

— Eu entrego as pastas. Mas quero uma coisa em troca.

Cecil ergueu os olhos imediatamente.

— Isso não, Emili.

Marcelo olhou de uma para a outra.

Emili nem sequer havia dito o que queria.

— Não é decisão sua!

— A Su não está mais lá. — A voz de Cecil perdeu parte da firmeza. — Por que você simplesmente não segue em frente?

Emili soltou uma risada amarga.

— Seguir em frente? Como você está fazendo agora?

Cecil ficou em silêncio.

— Além disso, não preciso explicar meus motivos. — Emili cruzou os braços. — E, se você se recusar, vou avisar a todos que o Rastreador está na ativa novamente.

Marcelo franziu a testa.

Todos?

Antes que pudesse perguntar o que aquilo significava, Emili continuou:

— E nem adianta tentar bagunçar a minha mente. Estou bem convicta do que quero.

Ela sustentou o olhar de Cecil por alguns segundos.

— Você entendeu, não foi, Cecil?

Marcelo voltou-se para ela.

Havia alguma coisa diferente naquela pergunta.

Não parecia apenas uma provocação.

Cecil permaneceu imóvel, encarando Emili, e Marcelo tentou entender o peso daquela última frase. Pela primeira vez, ocorreu-lhe que talvez Emili soubesse muito mais sobre as habilidades de Cecil do que ele imaginava.

Por fim, Cecil fez um leve aceno com a cabeça.

— Entendi.

Thoughts

  • Anisio

    Emili abre de novo quando Danilo fala, para quando Marcelo se posiciona. Não recua de Cecil (que toma de assalto), mas recua de uma pessoa bloqueando o caminho. Cinquenta e oito anos vendo gente: quem escolhe escalar é perigoso, quem senta é só magoado. 💔

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  • AlineTeixeira

    Cinco anos é um tempo que cura nada e piora tudo. Emili guardou toda raiva e quando viu Cecil de novo aquilo tudo saiu de uma vez. Aquela porta batendo é cinco anos inteiro. Eu entendo esse cansaço.

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  • selicAlta

    Vai postar a continuação logo? Preciso saber o que a Emili vai pedir mesmo!

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  • vqueiroz90

    Ce tá mentindo, Cecil. Acordar alguém que tá dormindo tem motivo, e esse motivo te assusta. Se fosse só as pastas você nem vinha. 🚗

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  • tmoreira93

    Céu, que cliffhanger que você deixa no final mesmo!

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  • tresPaginas

    Danilo foi direto.

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  • rendaFixa

    Marcelo acordando do nada no meio dessa crise, tentando entender quem ele é. Eu conheço esse peso de chegar num lugar e ver que tudo piorou enquanto você tava fora.

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  • paginadobrada

    Aquela cena da Emili abrindo a porta com fúria e depois batendo assim... deu pra ler tudo no corpo dela antes de fechar. O tipo de raiva que não é só de raiva, é de magoada mesmo! 😕

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