Carrego o peso de não ser um peso.
Carrego a culpa de não ser o erro;
A culpa de não saber quem sou
E a doçura de não ser veneno.
Carrego meus pesadelos,
Recarrego os seus medos.
Você dirá quem sou
E falará palavras sábias de horror.
Carregarei você por inteiro
Só para que defina meu valor.
Serei um doce veneno
Ou um mecânico encantador?