Eu, quando escrevo perto de casa, fico no discurso indireto livre: a terceira pessoa que entra na cabeça da personagem e pensa com as palavras dela. A vizinha inventada continua a deixar-me corajoso, e mesmo assim as frases já soam a mim.
Se um dia trocar a meio, gostava de ler as duas versões. Obrigado por trazer isto!